segunda-feira, 7 de junho de 2010

Senti o vento bater em todo o meu corpo, como se estivesse levando todas as energias ruins embora. Senti como se toda a natureza estivesse ao meu favor, ela sempre esteve mas eu vivo me esquecendo disso. E então, o seu erro retornou a minha mente, não poderia me esquecer dele por tanto tempo. Sim, seu erro, não tenho culpa nenhuma, eu fiz minha parte e você falhou na sua. E pensei em todas as suas justificativas, se alguma delas iria realmente justificar. Como eu já sabia, não, sem justificativas realmente justas. Rezei, pedi para que só acontecesse o que fosse para nossa felicidade, mesmo que a maior parte de mim dizia que minha felicidade era você, pedi para que Ele me ajudasse nisso. E então, eu esperei que você estivesse embaixo do meu bloco, sorrindo e me abraçando para sussuar no meu ouviu: Surpresa. E mais uma vez, minha mente dizia que eu estava esperando demais de você. E novamente, ela estava certa. Subi as escadas correndo, vai que você está sentando no puff do meu quarto, rindo e esperando minha cara de surpresa. E minha mente, ria de mim. Eu ria de mim. Eu sabia que era idiota esperar tanto de você. Eu não te culpo, mas também não me culpo. Novamente, eu culpo, a paixão. Que me fez pisar no acelerador e implorar para conseguir ir à mais de 200Km/h. Bruscamente, eu piso no freio. Iremos agora bem devagar, obedecendo as minhas regras. E no meu carro, nas minhas regras, não preciso de um passageiro. Você, como passageiro, é totalmente opcional. Mas eu te escolhi para ser meu passageiro, do mesmo jeito que posso te dispensar. E do mesmo jeito que eu, como sua passageira, sou opcional.

Basicamente, o que eu quero que saiba é que eu sei viver sem você, assim como você sabe viver sem mim. Mas eu não quero. E você deveria não querer também. Começe a repensar as suas escolhas e atitudes. Porque isto eu já fiz, e já me decidi. Lutarei até o fim, mas só se você lutar comigo. Não existe vitória individual. Pronto Acabou.

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