sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Traiçoeira eternidade.

  Quantas vezes você acreditou no para sempre? Qual foi o último deles? Quantas das pessoas que te prometeram isso ainda estão aí do seu lado? E quantas você abandonou? Quem você chama de amigo? E quem te chama assim?
  Incrível como as coisas mudam, como se perdem ou se encontram. A parede do meu quarto é coberta de fotos com pessoas que - tirando minha família - não são presentes na minha vida. Momentos ilustrados e eternizados em um papel. Ao menos a foto eu ainda tenho.
  E logo eu que me sentia tão transparente para com as pessoas, descobri que disfarço tristeza com facilidade. Sorriso, ás vezes, é a minha melhor máscara. E as pessoas que me conheciam tão bem, acreditam nesse disfarce. Acham que estou saltitante de alegria, como nunca estive, tadinhos...
 Fui forçada a crescer, a amadurecer, e é isso que o mundo faz com as pessoas. Fui forçada a mudar meu jeito, a ser mais forte a cada dia para poder sobreviver nesse mero mundo de mortais. Hoje eu não acredito no para sempre, no sofrimento eterno, em nada à longo prazo. Nasci para ser singular, para ser auto-suficiente e é assim que vai ser. As pessoas passam e  nunca permanecem, mas deixam marcas. E marcas sim, são eternas.

E essa dor que se sente quando se fere um amor?
Um amor que já não se encaixa mais,
porém que permanecer para sempre dentro do coração.


 

2 comentários:

Anônimo disse...

Se você pensar assim, com muita certeza irá deixar suas grandes oportunidades escaparem por não acreditar nelas.

Anônimo disse...

Se você pensar assim, com muita certeza irá deixar suas grandes oportunidades escaparem por não acreditar nelas. [2]